quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Profissionalização docente

 

Profissionalização e desprofissionalização: desafios para a docência no mundo contemporâneo

 

Thiago Augusto dos Santos

Andressa Santos Scalco Ernegas

Marcia Marlene Stentzler


Resumo

Este texto realiza uma discussão sobre os principais desafios docentes no mundo contemporâneo. Para isso, analisaremos os fenômenos da profissionalização e desprofissionalização docente, refletindo sobre a constituição histórica dessa profissão e, em que medida as mudanças socioeconômicas e as inovações tecnológicas têm contribuído para a desprofissionalização docente. Esta discussão reporta-se aos seguintes autores que abordam a temática: Antonio Nóvoa (1992, 1995), Mariano Fernandez Enguita (1991), José Contreras (2002), Francisco Imbernón (2010) e Maurice Tardif (2008). Com este estudo sobre a temática, almejamos oferecer aos docentes subsídios para refletirem sobre suas práticas e seu papel dentro do processo educativo. Palavras-chave: Profissionalização. Proletarização docente. Ensino e tecnologia.

Disponível em https://periodicos.uepa.br/index.php/cocar/article/view/2877


Vídeo complementar: 

Professor: Profissão docente - António Nóvoa

https://youtu.be/jg6_5z0-o5o


Sugestão: 

Alternative math (https://youtu.be/VLxfwLqzCxY) - discute o anti-intelectualismo nas escolas nos tempos atuais.

3 comentários:

  1. Importante ressaltar que a fala de Prof. Antonio Nóvoa neste vídeo me fez ainda mais refletir sobre outra fala de Paulo Freire:
    "⁠É preciso ter esperança, mas ter esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo esperar. E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. Esperançar é se levantar, esperançar é ir atrás, esperançar é construir, esperançar é não desistir! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo…"

    Paulo Freire

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  2. Importante ressaltar que a fala de Prof. Antonio Nóvoa neste vídeo me fez ainda mais refletir sobre outra fala de Paulo Freire:
    "⁠É preciso ter esperança, mas ter esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo esperar. E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. Esperançar é se levantar, esperançar é ir atrás, esperançar é construir, esperançar é não desistir! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo…"
    Paulo Freire

    Ednelza Ribeiro Badaró

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  3. A constituição histórica da formação dos professores tem passado por muitas dificuldades, começando com certeza pela falta de incentivo do poder público que presa pela formação em um discusso muito bem afinado apenas com a sua teria, porém quando vamos para a prática o que se percebe é um total dessaranjo educacional, onde para a edcação acontece, faz-se necessário uma boa formação, porém esse direito e essa permissa muitas veze não é dada ao professor , que tem que ficar custeando e em jornada dupla de trabalho e estudo para poder conseguir uma melhor formação. E como se não bastasse o emprenho e investimento financeiro do professor que custeou seus estudos para melhor poder oferecer uma educação não é valorizado. Ficando claro que bons profissionais o Brasil tem, o que precisa de fato é de bons incentivos e oportunidade regida por boas condições, para que cada vez mais os educadores possam melhorar suas prática e colocar a educação brasileira no patamar em ela deve estr.

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